Resenha: Evangelho de Sangue de Clive Barker


"Às vezes eu os decapito
com punhais, adagas e facas
Às vezes eu os suspendo em meu quarto
com ganchos e cordas até estrangulá-los
E enquanto estão definhando
Eu cometo os pecados da carne."
Midnight Shadows Crawl to Darken Counsel with Life de Cradle Of Filth
(narração inicial de Doug "Pinhead" Bradley)

Sinopse:
   Evangelho de Sangue reconduz os leitores ao tempo marcado por dois de seus mais icônicos personagens – Harry D’Amour e Pinhead –, que conduzem a história em uma batalha entre o bem e o mal tão antiga quanto o tempo, onde o autor conecta a mitologia de Hellraiser ao Inferno bíblico.

Indicações de Livros de Terror para Fobias Estranhas

 A fobia, dentre todas as manifestações do medo, é a sensação mais esmagadora e paralisante de todas, seu poder reside na irracionalidade, objetos inanimados e situações banais que não oferecem perigo algum, ganham contornos macabros e se tornam fontes de extremo horror.  A lista a seguir compila livros de terror e suspense que possuem como tema central algum aspecto presente em um tipo de fobia, desde as mais comuns como o medo de palhaços, até as mais bizarras como o medo de andar...

Notícias: A Biblioteca de Livros Raros de Stephen King

   Nesta semana: A nova coleção brasileira de livros raros de Stephen King. Atualização sobre o estado de futuros lançamentos como A Head Full of Ghosts de Paul Tremblay, The Fireman de Joe Hill e A Cidade dos Espelhos de Justin Cronin. E William Peter Blatty na Darkside? 

Notícias: A Fábrica de Pesadelos e Assombrações

   Essa semana conheça alguns dos principais lançamentos do mês de agosto: um romance apocalíptico sobre aranhas carnívoras e outro sobre uma epidemia mortal de insônia, a biografia do casal brasileiro de caça-fantasmas, a nova trilogia do universo expandido de Alien e o controverso Fábrica de Vespas.

Resenha: O Passa-Paredes de Marcel Aymé


Sinopse:
   O Passa-Paredes compõe-se de dez contos publicados durante a ocupação alemã na Segunda Guerra Mundial. Numa época em que o escritor, para sobreviver, apelava não poucas vezes para a escamoteação da realidade, Aymé deu largas ao pendor para o fantástico e o alegórico, ironizando a crescente degradação do homem, a decadência de costumes e da sociedade francesa de seu tempo. Num sentido restrito, poderia ser chamado de puritano e conservador. Porém, se atentarmos bem verificaremos que seu puritanismo nada mais é do que a tentativa de manter-se íntegro diante de um mundo, de uma civilização que parecia desabar diante das panzerdivisionen alemãs.