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18 de abril de 2013

Resenha: Assassin's Creed: Renascença - Oliver Bowden


Sinopse:
   Traído pelas famílias que governam as cidades-estados italianas, um jovem embarca em uma jornada épica em busca de vingança. Para erradicar a corrupção e restaurar a honra de sua família, ele irá aprender a Arte dos Assassinos. Ao longo do caminho, Ezio terá de contar com a sabedoria de grandes mentores, como Leonardo da Vinci e Nicolau Maquiavel, sabendo que sua sobrevivência depende inteiramente de sua perícia e habilidade. Para os seus aliados, ele será uma força para trazer a mudança lutando pela liberdade e pela justiça. Para os seus inimigos, ele será uma ameaça que procura destruir os tiranos que oprimem o povo da Itália. Assim começa uma épica história de poder, vingança e conspiração.

Opinião:
   Renascença é o primeiro livro da novelização dos jogos da saga Assassin´s Creed da empresa Ubisoft. Em meio a recente explosão de games sendo transformados em livros, Renascença foi um dos precursores e o seu sucesso se mostra na publicação de suas continuações e os mais variados títulos de outros jogos. O autor escolhido para esse trabalho foi Anton Gill, um conceituado escritor histórico que nessa obra em especial utilizou o pseudônimo de Oliver Bowden. 
   O livro é de leitura rápida e vertiginosa, mas o leitor tem que ter cuidado para não passar despercebido com relação ao tempo na qual a história ocorre muitas vezes dias, meses e até anos se passam em questão de parágrafos e páginas de modo que o protagonista, Ezio Auditore, começa o livro como um jovem de 17 e acaba com um homem de 44 anos. Outro ponto a ser discutido talvez seja o "heroísmo" de Ezio, por ser o livro baseado no jogo, basicamente todos os problemas são resolvidos por ele, mesmo que outros assassinos ou amigos o pudessem ter ajudado de maneira mais ativa durante a batalha, assim como pequenas tarefas que são sem sentido como correr atrás de um cavalo para devolvê-lo ao seu dono.
  A história começa na Itália, em 1472, onde o jovem Ezio Auditore vive com sua família. É uma época bastante perigosa com ruas cheias de ladrões e sujeitos mal-encarados e também a de grandes gênios e pensadores, mas mais do que é época onde seu sobrenome diz quem você é. A política das cidades eram controladas por grandes famílias de sobrenomes famosos como, por exemplo, Médici, e intrigas e segredos eram o pilar desse tipo de governo. Auditore é um nome em ascensão, uma família que cresce tanto em poder como riquezas, de modo que isso chama a atenção dos mais poderosos, que sentindo ameaçados, formulam uma maneira de desacreditar o patriarca Auditore, numa grandiosa e brutal traição... É assim que começa a jornada de vingança de Ezio, sangue por sangue, ele se torna o mais habilidoso e letal assassino que um ser humano pode ser.  Os personagens são bem caracterizados e descritos, destaque para Leonardo Da Vinci revivido de maneira primorosa pelo autor.  Mas a mudança de Ezio é o que mais chama a atenção no livro, de jovem inocente ele se torna um cruel e frio assassino movido à vingança e mortes.
  Renascença se destaca entre os outros livros de games por seu protagonista e sua trama que une fatos e personagens reais a ficção tornando a história muito mais crível e interessante. Uma leitura recomendada a todos os fãs de games.

Minha nota: ☠☠☠☠☠☠☠☠☠☠ (8/10 Caveiras) 

7 comentários :

  1. Oie :)

    Estou louco para ler essa série, até porque eu vou ganhar meu xbox esse mês, e com certeza vou comprar os games, abraços !!!

    http://euvivolendo.blogspot.com.br/

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  2. Nunca me interessei muito por essa série, e nem é pq não sou fã de games. Toda vez que eu lia uma resenha transparecia que a história era mediana.
    Porém agora até que fiquei curiosa, considerando que admiro muito autores que conseguem deixar seus personagens mais vivos, como, por exemplo, a mudança do personagem principal que vc citou.
    sete-viidas.blogspot.com

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  3. Essa foi minha ultima leitura, acho que merecia 10 caveirinhas, esse livro é demais, doido pra ler Irmandade.

    http://momentoliterario1.blogspot.com.br/

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  4. Li o livro. Gostei, mas não posso dar nota máxima para ele. Acho que falta algo na escrita, em determinados momentos senti como se os parágrafos fossem forçados, transparecendo que o autor escrevia como um contratado, apenas e não porque estava apaixonado pela escrita. De qualquer modo, continuarei a ler os demais volumes.

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  5. Games podem ter vida tambem no universo literario. Tenho curiosidade sobre esta obra.

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    1. Não simplesmente podem como possuem! Se notar em quase todas as livrarias hoje os livros baseados em games estão em lugar de destaque com sagas como Assassin´s Creed, Halo, God Of War, World Of Warcraft, Starcraft enchem as prateleiras do Brasil

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